ÉPOCA DE COLHEITA DE SEMENTES DE Ocotea catharinensis Mez (CANELA-PRETA) - LAURACEAE

Autores

  • Antonio da Silva Instituto Florestal
  • Ivor Bergemann de Aguiar UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias

DOI:

https://doi.org/10.24278/2178-5031.1999111514

Palavras-chave:

semente florestal, tratamento pré-genninativo, temperatura, maturação

Resumo

Frutos de Ocotea catharinensis (canela preta) foram colhidos em área de Mata Atlântica no Parque Estadual da Cantareira, localizado no mumcípio de São Paulo-SP. As colheitas foram realizadas aos 127, 144, 204,253, 316 e 331 dias após o florescimento, que se iniciou em 15 de setembro de 1989. Em cada colheita, os frutos foram caracterizados quanto à sua coloração e seu comprimento, diâmetro, volume, peso de matéria seca e teor de água. Para avaliar a qualidade fisiológica das sementes, foram instalados testes de germinação com frutos inteiros, frutos submetidos ao corte do pericarpo nas posições da radícula e oposta à radícula, e com sementes (remoção do pericarpo). Os frutos e as sementes foram mantidos entre vermiculita e submetidos às temperaturas de 20, 25, 30 e 35ºC, com oito horas de luz por dia. A remoção do pericarpo e o corte do pericarpo na posição da radícula favoreceram a germinação das sementes, que foi maior nas temperaturas de 20 e 25ºC. A mudança da coloração dos frutos indicou o início do processo de maturação fisiológica das sementes. O peso de matéria seca e o teor de água dos frutos refletiram a maturidade fisiológica das sementes, que foi atingida entre 316 e 331 clias após o florescimento, quando o teor de água dos frutos variou entre 41,6 e 50,6%. Nas condições deste trabalho, a época adequada de colheita das sementes de canela-preta correspondeu ao final do mês de julho e à primeira quinzena do mês de agosto.

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Publicado

1999-06-09

Como Citar

SILVA, A. da; AGUIAR, I. B. de. ÉPOCA DE COLHEITA DE SEMENTES DE Ocotea catharinensis Mez (CANELA-PRETA) - LAURACEAE. Revista do Instituto Florestal, São Paulo, v. 11, n. 1, p. 43–51, 1999. DOI: 10.24278/2178-5031.1999111514. Disponível em: https://rif.emnuvens.com.br/revista/article/view/514. Acesso em: 4 abr. 2025.

Edição

Seção

Artigos Científicos